Amigos(as) advogados(as) você já parou para pensar em quais são seus maiores medos na advocacia? Todos nós temos receios, medos, algo que nos atormenta.

O projeto ADVOCACIA DE SUCESSO, que é um treinamento de alta performance, objetiva justamente fazer com que você saiba lidar com suas preocupações e superá-las.

MEDO 6

Chegar ao final do mês frustrado(a) com o pouco que faturei.

         Certamente isso não é um medo seu, mas de todos os advogados. Todavia, tenho uma coisa para te falar: em sua vida profissional haverá momentos bons (de vacas gordas) e momentos ruins (de vacas magras). Isso é normal em qualquer escritório, desde o mais simples até as grandes bancas.

         Você pode estar se perguntando: mas como isso pode acontecer com as grandes bancas? As grandes bancas de advocacia são, com certeza, as que da mesma forma que mais faturam são as possuem maiores gastos em sua manutenção, seja na parte estrutural quanto de pessoal.

         Se o cliente mais importante do escritório venha à falência ou troque de escritório é obvio que isso terá um efeito muito negativo em termos de aferição mensal daquele escritório e, por consequência, na divisão de lucros ao final.

         Logo, a escassez, mesmo que seja por um tempo, todos os escritórios estão sujeitos.

         Inclusive crises externas que venham a abalar a economia é um grande fator que gera drásticas diminuídas no rendimento mensal daquele escritório enquanto seu passivo continua o mesmo.

         Pequemos como exemplo o caso da pandemia COVID-19, ou seja, do Corona-vírus.

         Está pandemia fez com que praticamente todos os escritórios de advocacia do País entrasse em crise, seja maior ou menor de acordo com a organização estratégica do escritório, plano de gestão de riscos e reserva dele. Os clientes, preocupados com o futuro de suas empresas e empregos pararam de gastar como forma de ter subsídios para poder se manter durante a crise. E o que isso acarreta: grande inadimplência dos clientes de um escritório.

         E como consequência o escritório também tem que se adaptar à crise e enxugar seus gastos, dentre os quais os valores de retiradas dos advogados, uma menor distribuição de lucros e por aí vai.

         Com escritórios pequenos ou que foram constituídos a pouco tempo estão sujeitos aos mesmos fatores, porém, há uma diferença: o escritório grande já possui uma carteira de clientes e pagamentos mensais fixos. Mesmo que venham a ser reduzidos, há como se sustentar.

         Já os pequenos escritórios, advogados que atuam sozinho podem desanimar frente a qualquer fator que o inviabilize de obter recursos ao final do mês.

         É obvio que isso vai impactar no questionamento se vale a pena ou não continuar advogando, pois isso gera frustração.

         Mas, para cada situação, há uma solução e resposta!

         No caso de um escritório grande perder um cliente que lhe trazia excelentes dividendos ele pode, em pouco tempo, recuperar seu lucro absorvendo do mercado outros clientes. O nome e autoridade dos advogados do escritório em questão são chamarizes de clientes.

         Quanto à crise, o fato que ela é passageira! Não existe crise eterna. As pessoas e os escritórios de advocacia passam por crise, situação em que devem seus membros refletirem neste momento difícil e criar estratégias de contingência em caso de novas crises. É nos momentos de dificuldade que se deve pensar e ver o que foi feito de errado para não suportar o que ocorreu. Logo, deve servir a crise para o advogado se reinventar, criar estratégias de contingência, pensar em fazer um caixa de reserva para momentos como estes etc.

         Já o advogado em início de carreira que não conseguiu bons retornos ao final do mês de sua advocacia deve primeiro ter paciência, pois sempre o escritório terá lucro. Pode ser que em um mês as coisas não andem bem, mas isso não quer dizer que está aquele escritório fadado ao insucesso e à pobreza.

         Deve o advogado, neste caso, refletir e se fazer algumas perguntas: Por que este mês não consegui clientes? O que foi feito de errado em meu planejamento estratégico de obtenção de clientes que faltou? Eu soube me fazer aparecer para meu público alvo? Eu fiz os network que poderiam me levar a obtenção de clientes? Eu valorizei meus atuais clientes para que se sintam confiantes em meu trabalho e me indique a outras pessoas ou empresas? Eu desenvolvi e publiquei ou fiz um vídeo sobre alguma questão que abarca muitas pessoas que se tivessem acesso poderiam me contratar?

         Se você respondeu não a alguma destas questões já é motivo, mesmo que parcial, para uma não bem sucedida arrecadação ao final do mês. Se respondeu não a tudo que foi perguntado, o retorno que você não obteve é culpa exclusivamente sua, pois cliente não cai do céu.

         Por fim, se por outro lado você respondeu sim a todas as perguntas feitas acima, posso lhe afirmar, foi um mês infeliz e nesse caso você deve ser paciente, pois agindo corretamente e empreendendo com sabedoria seu escritório, o mês seguinte poderá ser diferente.

         É por isso que o advogado mais sagaz sempre faz uma reserva para situações como estas, o que, no meu ver, é de todo aconselhável.

         E mais, se você gosta do que faz, tenha fontes paralelas ligadas à advocacia de sua área. Escreva um livro e dê palestras sobre o tema, o que, além de lhe dar notoriedade e autoridade no assunto lhe renderá bons dividendos. Você é apaixonado pelo direito, mas naquele mês o escritório não lhe trouxe o resultado esperado, ministre aulas em cursos ou faculdades. Tudo isso, além de lhe render valores paralelos ao que você receberia no seu escritório de advocacia, é um meio muito potente de se apresentar no mercado e obter mais clientes.

SOBRE O AUTOR

Me chamo Alessandro Dantas, tenho 40 (quarenta) anos, me formei há 16 (dezesseis) anos e meu currículo pode se resumir da seguinte forma:

Sou especialista e mestre na área de Direito Público;

Tenho 18 (dezoito) livros publicados ligados ao Direito Administrativo;

Mais de 50 (cinquenta) artigos jurídicos publicados sobre o tema que atuo;

Coordeno, junto com dois outros profissionais de elite, uma coleção de livros jurídicos para uso profissional que terá mais de 50 (cinquenta) volumes;

Já concedi dezenas de entrevistas para diversos segmentos da mídia nacional (seja por rádio, televisão e jornal impresso), muitos facilmente encontrados na internet;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior de Advocacia do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior do Ministério Público do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior da Magistratura do Espírito Santo,

Sou professor de Direito Administrativo de renomados cursos preparatórios nacionais para concursos de carreiras jurídicas;

Fui coordenador e palestrante do Congresso Brasileiro de Concurso Público, do Seminário Avançado de Processo Administrativo Disciplinar e ministro e já ministrei diversas palestras nos maiores congressos sobre gestão pública do País

E, o mais importante, advogo para mais de 2.000 (duas mil) pessoas que são clientes de todos os Estados da Federação e já ganhei muitas causas bem complexas relacionadas à minha área de atuação.

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