VIDA DE ADVOGADO

VIDA DE ADVOGADO

De não saber fazer uma petição inicial perfeita

De não saber fazer uma petição inicial perfeita e adequada aos dias de hoje em que o Judiciário está em crise.

O que seria uma petição inicial perfeita hoje?

Nosso Judiciário está completamente assoberbado de demandas, logo sua petição inicial deve ter, no máximo, 20 (vinte) páginas e estar devidamente instruída com os elementos probatórios que amparam a pretensão do pleito autoral.

A estética da petição é importante, devendo conter a logomarca de seu escritório, bem como toda a petição deve estar padronizada quanto às fontes, aos recuos etc. Para isso, é necessário ter o mínimo de conhecimento do Word, programa esse fantástico!

Como fazer a confecção da petição inicial com relação às normas, às doutrinas e às jurisprudências que citarei?

         Perfeito! Isso é muito importante.

         Se o pleito de seu cliente estiver absolutamente embasado em uma interpretação bem “literal” da lei, esta não pode deixar de ser citada, devendo o autor da peça saber articular os argumentos de forma convincente para obter a liminar ou a sentença de mérito favorável.

         Ocorre que nem sempre somos abençoados com demandas fáceis! Muitas vezes você precisará criar proposições lógicas decorrentes de uma interpretação sistemática do ordenamento pátrio, sabendo, além disso, contextualizar a doutrina e a jurisprudência que forem inseridas no texto.

         Qual ordem eu sigo? Antes de tudo, faça os argumentos normativos, não se limitando apenas à lei! Veja se o caso tem contexto com a Constituição Federal, os Decretos, as Resoluções etc. Você precisa ser um mestre na sua área de atuação.

         Tendo as normas em mãos, deve-se saber, na articulação do texto, harmonizá-las de modo a gerar proposições técnicas, não contraditórias e com forte poder de persuasão.

         Agora começam os recheios.

         O que é mais importante: doutrina ou jurisprudência? O que você acha? É claro que é a jurisprudência. E como inseri-la na minha petição? Atenção para não encher a peça inaugural com inúmeras jurisprudências iguais e enormes, desanimando, assim, o julgador que ler a peça!

Qual a ordem de jurisprudência correta a ser inserida e como inserir?

         Em minha opinião, a decisão que mais deixa o magistrado sem muita saída para acatar seu pleito é aquela proferida por ele mesmo em processo similar.

         Por isso é importante que você faça um banco de dados de sentenças!

         Explico no livro e no curso de alta performance como fazer este banco de sentenças.

Certo, mas qual seria a segunda melhor jurisprudência a ser juntada? Aquelas que possuem força vinculante, devendo o juiz seguir o que os Tribunais superiores decidiram. São decisões em Repercussões Gerais, Súmulas Vinculantes, Repetitivos etc.

         Contextualize com sua argumentação e diga que, como se tudo que foi apresentado na petição inicial não bastasse, há entendimento vinculante dos Tribunais Superiores sobre o caso, razão pela qual ele (o magistrado), salvo exceção de um distinguishing ou overruling, deve se curvar ao que foi decidido nas instâncias superiores.

         E se o objeto de minha demanda não tiver sido analisado em casos que gerem precedentes vinculantes? Aí, em minha opinião, você deve obter os precedentes que albergam a pretensão de seu cliente na jurisprudência do Tribunal que você está advogando.

Ela é mais importante do que a do STJ e a do STF? Acho que sim, pois, como será o Tribunal que julgará o recurso contra uma eventual decisão que lhe seja desfavorável, é provável que o juiz não decidirá contra o entendimento dele.

Os julgados do STF e do STJ, especialmente Recursos Especial e Extraordinário, são casos que, na maioria das vezes, se você analisar o final da decisão, não obstante no meio dela chegar a tratar um pouco do assunto, de fato, na maioria das vezes, o recurso não é conhecido por envolver matéria de fato.

         Se for inserir julgado do STJ e do STF, especialmente Recurso Especial (REsp.) ou Recurso Extraordinário (REEX), certifique-se de que o recurso foi admitido e que houve julgamento de mérito. Decisões boas desses Tribunais, aconselháveis de serem utilizadas, são aquelas em que há ampla cognição por parte dos Ministros, por exemplo, Mandado de Segurança originário, Recurso em Mandado de Segurança (RMS) quando se entra com MS diretamente no Tribunal, sendo, em regra, de competência originária do plenário. Você deve estar atento às regras processuais e regimentais dos Tribunais.

         Quanto à doutrina, entendo pertinente inseri-la apenas em casos complexos em que não há lei, ou nos quais há divergência sobre sua interpretação, aliado a poucos julgados dos Tribunais supracitados.

         Tanto a doutrina quanto as jurisprudências são fontes psicológicas do direito, cujo objetivo é, utilizando esse argumento de autoridade, convencer de que sua tese é a correta e que, portanto, a pretensão de seu cliente deve ser acatada. E mais: não saia juntando qualquer obra, não! Cite autores especialistas na área, pois isso enriquece a petição, até porque, hoje, escrever um livro é algo que qualquer um pode fazer.

SOBRE O AUTOR

Me chamo Alessandro Dantas, tenho 40 (quarenta) anos, me formei há 16 (dezesseis) anos e meu currículo pode se resumir da seguinte forma:

Sou especialista e mestre na área de Direito Público;

Tenho 18 (dezoito) livros publicados ligados ao Direito Administrativo;

Mais de 50 (cinquenta) artigos jurídicos publicados sobre o tema que atuo;

Coordeno, junto com dois outros profissionais de elite, uma coleção de livros jurídicos para uso profissional que terá mais de 50 (cinquenta) volumes;

Já concedi dezenas de entrevistas para diversos segmentos da mídia nacional (seja por rádio, televisão e jornal impresso), muitos facilmente encontrados na internet;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior de Advocacia do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior do Ministério Público do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior da Magistratura do Espírito Santo,

Sou professor de Direito Administrativo de renomados cursos preparatórios nacionais para concursos de carreiras jurídicas;

Fui coordenador e palestrante do Congresso Brasileiro de Concurso Público, do Seminário Avançado de Processo Administrativo Disciplinar e ministro e já ministrei diversas palestras nos maiores congressos sobre gestão pública do País

E, o mais importante, advogo para mais de 2.000 (duas mil) pessoas que são clientes de todos os Estados da Federação e já ganhei muitas causas bem complexas relacionadas à minha área de atuação.

Abandonar a advocacia para estudar para concursos públicos

  Essa, querido amigo(a) advogado(a), é uma opção que, na minha opinião, só pode ser tomada caso você realmente se sente desconfortável com a advocacia, ou seja, quando você realmente, após muita reflexão, cheque a conclusão que você até gosta do direito, porém não de atuar como advogado, mas como um servidor público, cujas as atribuições podem ou não estarem ligadas ao direito.

  Fora isso, como já disse em outros artigos, o advogado deve ser persistente, deve buscar seu crescimento diariamente. Eu sei que falar é fácil e fazer não tanto, mas você deve ter perseverança, resistência, paciência e ir, pouco a pouco, ocupando o seu merecido lugar no mercado.

  Logo, não tenho absolutamente nenhuma objeção a quem se forma em Direito mas sempre sonhou em uma carreira no Poder Público e nunca pensou em advogar. Tudo bem! Cada um tem que fazer o que quer. Se você sempre sonhou em ser um magistrado, certo, corra atrás e estude para passar e aplicar de forma justa, técnica e correta o direito positivo.

  Se seu sonho é ser um Defensor Público, um Promotor de Justiça ou um serventuário vá em frente. Estude para passar. Estou te apoiando nisso.

SOBRE O AUTOR

Me chamo Alessandro Dantas, tenho 40 (quarenta) anos, me formei há 16 (dezesseis) anos e meu currículo pode se resumir da seguinte forma:

Sou especialista e mestre na área de Direito Público;

Tenho 18 (dezoito) livros publicados ligados ao Direito Administrativo;

Mais de 50 (cinquenta) artigos jurídicos publicados sobre o tema que atuo;

Coordeno, junto com dois outros profissionais de elite, uma coleção de livros jurídicos para uso profissional que terá mais de 50 (cinquenta) volumes;

Já concedi dezenas de entrevistas para diversos segmentos da mídia nacional (seja por rádio, televisão e jornal impresso), muitos facilmente encontrados na internet;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior de Advocacia do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior do Ministério Público do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior da Magistratura do Espírito Santo,

Sou professor de Direito Administrativo de renomados cursos preparatórios nacionais para concursos de carreiras jurídicas;

Fui coordenador e palestrante do Congresso Brasileiro de Concurso Público, do Seminário Avançado de Processo Administrativo Disciplinar e ministro e já ministrei diversas palestras nos maiores congressos sobre gestão pública do País

E, o mais importante, advogo para mais de 2.000 (duas mil) pessoas que são clientes de todos os Estados da Federação e já ganhei muitas causas bem complexas relacionadas à minha área de atuação.

Faturamento mensal.

Amigos(as) advogados(as) você já parou para pensar em quais são seus maiores medos na advocacia? Todos nós temos receios, medos, algo que nos atormenta.

O projeto ADVOCACIA DE SUCESSO, que é um treinamento de alta performance, objetiva justamente fazer com que você saiba lidar com suas preocupações e superá-las.

MEDO 6

Chegar ao final do mês frustrado(a) com o pouco que faturei.

         Certamente isso não é um medo seu, mas de todos os advogados. Todavia, tenho uma coisa para te falar: em sua vida profissional haverá momentos bons (de vacas gordas) e momentos ruins (de vacas magras). Isso é normal em qualquer escritório, desde o mais simples até as grandes bancas.

         Você pode estar se perguntando: mas como isso pode acontecer com as grandes bancas? As grandes bancas de advocacia são, com certeza, as que da mesma forma que mais faturam são as possuem maiores gastos em sua manutenção, seja na parte estrutural quanto de pessoal.

         Se o cliente mais importante do escritório venha à falência ou troque de escritório é obvio que isso terá um efeito muito negativo em termos de aferição mensal daquele escritório e, por consequência, na divisão de lucros ao final.

         Logo, a escassez, mesmo que seja por um tempo, todos os escritórios estão sujeitos.

         Inclusive crises externas que venham a abalar a economia é um grande fator que gera drásticas diminuídas no rendimento mensal daquele escritório enquanto seu passivo continua o mesmo.

         Pequemos como exemplo o caso da pandemia COVID-19, ou seja, do Corona-vírus.

         Está pandemia fez com que praticamente todos os escritórios de advocacia do País entrasse em crise, seja maior ou menor de acordo com a organização estratégica do escritório, plano de gestão de riscos e reserva dele. Os clientes, preocupados com o futuro de suas empresas e empregos pararam de gastar como forma de ter subsídios para poder se manter durante a crise. E o que isso acarreta: grande inadimplência dos clientes de um escritório.

         E como consequência o escritório também tem que se adaptar à crise e enxugar seus gastos, dentre os quais os valores de retiradas dos advogados, uma menor distribuição de lucros e por aí vai.

         Com escritórios pequenos ou que foram constituídos a pouco tempo estão sujeitos aos mesmos fatores, porém, há uma diferença: o escritório grande já possui uma carteira de clientes e pagamentos mensais fixos. Mesmo que venham a ser reduzidos, há como se sustentar.

         Já os pequenos escritórios, advogados que atuam sozinho podem desanimar frente a qualquer fator que o inviabilize de obter recursos ao final do mês.

         É obvio que isso vai impactar no questionamento se vale a pena ou não continuar advogando, pois isso gera frustração.

         Mas, para cada situação, há uma solução e resposta!

         No caso de um escritório grande perder um cliente que lhe trazia excelentes dividendos ele pode, em pouco tempo, recuperar seu lucro absorvendo do mercado outros clientes. O nome e autoridade dos advogados do escritório em questão são chamarizes de clientes.

         Quanto à crise, o fato que ela é passageira! Não existe crise eterna. As pessoas e os escritórios de advocacia passam por crise, situação em que devem seus membros refletirem neste momento difícil e criar estratégias de contingência em caso de novas crises. É nos momentos de dificuldade que se deve pensar e ver o que foi feito de errado para não suportar o que ocorreu. Logo, deve servir a crise para o advogado se reinventar, criar estratégias de contingência, pensar em fazer um caixa de reserva para momentos como estes etc.

         Já o advogado em início de carreira que não conseguiu bons retornos ao final do mês de sua advocacia deve primeiro ter paciência, pois sempre o escritório terá lucro. Pode ser que em um mês as coisas não andem bem, mas isso não quer dizer que está aquele escritório fadado ao insucesso e à pobreza.

         Deve o advogado, neste caso, refletir e se fazer algumas perguntas: Por que este mês não consegui clientes? O que foi feito de errado em meu planejamento estratégico de obtenção de clientes que faltou? Eu soube me fazer aparecer para meu público alvo? Eu fiz os network que poderiam me levar a obtenção de clientes? Eu valorizei meus atuais clientes para que se sintam confiantes em meu trabalho e me indique a outras pessoas ou empresas? Eu desenvolvi e publiquei ou fiz um vídeo sobre alguma questão que abarca muitas pessoas que se tivessem acesso poderiam me contratar?

         Se você respondeu não a alguma destas questões já é motivo, mesmo que parcial, para uma não bem sucedida arrecadação ao final do mês. Se respondeu não a tudo que foi perguntado, o retorno que você não obteve é culpa exclusivamente sua, pois cliente não cai do céu.

         Por fim, se por outro lado você respondeu sim a todas as perguntas feitas acima, posso lhe afirmar, foi um mês infeliz e nesse caso você deve ser paciente, pois agindo corretamente e empreendendo com sabedoria seu escritório, o mês seguinte poderá ser diferente.

         É por isso que o advogado mais sagaz sempre faz uma reserva para situações como estas, o que, no meu ver, é de todo aconselhável.

         E mais, se você gosta do que faz, tenha fontes paralelas ligadas à advocacia de sua área. Escreva um livro e dê palestras sobre o tema, o que, além de lhe dar notoriedade e autoridade no assunto lhe renderá bons dividendos. Você é apaixonado pelo direito, mas naquele mês o escritório não lhe trouxe o resultado esperado, ministre aulas em cursos ou faculdades. Tudo isso, além de lhe render valores paralelos ao que você receberia no seu escritório de advocacia, é um meio muito potente de se apresentar no mercado e obter mais clientes.

SOBRE O AUTOR

Me chamo Alessandro Dantas, tenho 40 (quarenta) anos, me formei há 16 (dezesseis) anos e meu currículo pode se resumir da seguinte forma:

Sou especialista e mestre na área de Direito Público;

Tenho 18 (dezoito) livros publicados ligados ao Direito Administrativo;

Mais de 50 (cinquenta) artigos jurídicos publicados sobre o tema que atuo;

Coordeno, junto com dois outros profissionais de elite, uma coleção de livros jurídicos para uso profissional que terá mais de 50 (cinquenta) volumes;

Já concedi dezenas de entrevistas para diversos segmentos da mídia nacional (seja por rádio, televisão e jornal impresso), muitos facilmente encontrados na internet;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior de Advocacia do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior do Ministério Público do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior da Magistratura do Espírito Santo,

Sou professor de Direito Administrativo de renomados cursos preparatórios nacionais para concursos de carreiras jurídicas;

Fui coordenador e palestrante do Congresso Brasileiro de Concurso Público, do Seminário Avançado de Processo Administrativo Disciplinar e ministro e já ministrei diversas palestras nos maiores congressos sobre gestão pública do País

E, o mais importante, advogo para mais de 2.000 (duas mil) pessoas que são clientes de todos os Estados da Federação e já ganhei muitas causas bem complexas relacionadas à minha área de atuação.

De não estar preparado(a).

Amigos(as) advogados(as) você já parou para pensar em quais são seus maiores medos na advocacia? Todos nós temos receios, medos, algo que nos atormenta.

O projeto ADVOCACIA DE SUCESSO, que é um treinamento de alta performance, objetiva justamente fazer com que você saiba lidar com suas preocupações e superá-las.

Medo 5

De me achar despreparado(a) para ser um advogado(a) bem sucedido(a)

 

Esse é um medo que muitos advogados possuem, mas que a solução de sua resolução é relativamente simples!

         Se você se sente despreparado só há uma coisa a se fazer: se prepare!

         O direito é algo absolutamente dinâmico, muitas coisas mudam de uma hora para outra e, pior, muitos temas possuem grande divergência jurisprudencial. Logo, você precisa estar absolutamente atualizado com a jurisprudência dos Estados em que atua, do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, no mínimo!

         Não estou falando em analisar os informativos. Isso não representa nem 1% do que é julgado! Você tem que sistematizar os temas relacionados à sua área de atuação, fazer uma busca ampla e organizar todo esse material.

         Vou dar um exemplo!

         Estou focando firme na área de servidores públicos. A principal lei é a Lei nº 8.112/1990. O que fiz (além do livro que escrevi) foi organizar, sistematicamente e de acordo com os capítulos da Lei, mais de 10 mil ementas sobre o tema. Assim, as que não compreendo bem, vou ao voto estudá-las melhor.

         É fundamental que você tenha absoluto conhecimento sobre quais temas já foram julgados em Repercussão Geral, ADIn, Repetitivos e todos os outros precedentes vinculantes, sob pena de ajuizar uma ação e tomar, de supetão, uma improcedência liminar do pedido.

         Já com relação à doutrina, você precisa ler os clássicos da sua área de atuação e os tratados – que, em regra, são coletâneas mais antigas, porém absolutamente profundas. Nem argumente que eles estão desatualizados, pois o objetivo é obter base sobre seu tema. Você, como conhecedor do tema, saberá o que não mais está valendo, mas é importante saber o que e por que mudou. Por fim, além dos tratados, você precisa ter um arsenal de livros de sua área sobre temas específicos, especialmente dissertações de mestrado e teses de doutorado, bem como ter acesso a revistas especializadas em sua área.

         Afora o conhecimento jurídico de sua área, reputo fundamental entender muito bem as seguintes disciplinas: Direito Constitucional, Direito Processual Civil e Lei de Introdução ao Direito Pátrio. Aqui, você vai estudar as leis, jurisprudência e doutrina.

         Todavia, é necessário um complemento!

         Garanto que atingirá mais êxito em suas ações se dominar matérias como Teoria Geral do Direito, Lógica Jurídica, Argumentação Jurídica, Hermenêutica etc. Reputo, no mesmo nível da sua disciplina, essas matérias, pois o bom conhecedor delas terá muita facilidade em pegar qualquer tema e saber trabalhar com ele de forma convincente.

SOBRE O AUTOR

Me chamo Alessandro Dantas, tenho 40 (quarenta) anos, me formei há 16 (dezesseis) anos e meu currículo pode se resumir da seguinte forma:

Sou especialista e mestre na área de Direito Público;

Tenho 18 (dezoito) livros publicados ligados ao Direito Administrativo;

Mais de 50 (cinquenta) artigos jurídicos publicados sobre o tema que atuo;

Coordeno, junto com dois outros profissionais de elite, uma coleção de livros jurídicos para uso profissional que terá mais de 50 (cinquenta) volumes;

Já concedi dezenas de entrevistas para diversos segmentos da mídia nacional (seja por rádio, televisão e jornal impresso), muitos facilmente encontrados na internet;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior de Advocacia do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior do Ministério Público do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior da Magistratura do Espírito Santo,

Sou professor de Direito Administrativo de renomados cursos preparatórios nacionais para concursos de carreiras jurídicas;

Fui coordenador e palestrante do Congresso Brasileiro de Concurso Público, do Seminário Avançado de Processo Administrativo Disciplinar e ministro e já ministrei diversas palestras nos maiores congressos sobre gestão pública do País

E, o mais importante, advogo para mais de 2.000 (duas mil) pessoas que são clientes de todos os Estados da Federação e já ganhei muitas causas bem complexas relacionadas à minha área de atuação.

Falta de tempo.

Amigos(as) advogados(as) você já parou para pensar em quais são seus maiores medos na advocacia? Todos nós temos receios, medos, algo que nos atormenta.

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MEDO 3

       De não sobrar nenhum ou pouquíssimo tempo para me dedicar à família e à vida social, pois, sendo eu um prisioneiro do trabalho, acabo não sendo feliz.

Este é verdadeiramente um medo que muitas profissionais possuem e, inclusive, o advogado de sucesso! Até porque, quanto mis clientes e responsabilidades você tiver, menos tempo terá para gozar de outros momentos que lhe trariam felicidade.

         E, de fato, o que adianta ser bem sucedido e não ter tempo para ser feliz, para se dedicar à família, para viajar, para poder gastar o dinheiro suado que você conseguiu na advocacia?

         Logo, apresento algumas sugestões que você pode ou não acatar, fique à vontade em relação a isso!

         Uma solução é ter seu escritório organizado, suas atividades organizadas, fazer um planejamento estratégico e compatível com o seu horário de trabalho para que você renda bem durante o período que estiver trabalhando e voltar para casa sem levar serviços para lá.

         Aliado a isso, podemos acrescentar que você deve articular bem seu escritório, fazendo um roteiro ou manual de como deve ser o concatenamento de atos referentes a um cliente, como, por exemplo, você fechou o contrato com o cliente. Show! Parabéns. Agora se pergunte: trata-se de demanda que eu nunca fiz e é mais complexa ou de demanda que já tivemos a oportunidade de trabalhar em casos similares ou iguais.

Bom se você perceber que é algo mais complexo e que só você conseguiria fazer com maestria a petição, tudo bem, coloque em seu planejamento estratégico e separe um tempo para fazê-la. Inclusive recomendo que você faça a inicial neste caso e peça para que um advogado da equipe leia com atenção a petição e organize os documentos que devem subsidiar a exordial.

Após este trabalho certamente aquele advogado passará a ter um domínio sobre aquele tema e você, em outros casos, já poderá delegar este tipo de ação a àquele advogado.

         É claro que da primeira vez você vai conferir se o advogado a quem você delegou a função de organizar os documentos da demanda de fato o faz corretamente e caso negativo chamá-lo para mostrar os equívocos para que não acontece mais.

         Por outro lado, caso tudo tenha sido feito corretamente, reconheça o trabalho e diga ao colega que ficou ótima a organização do material. É muito comum que só vejamos os defeitos e erros das pessoas e as critiquemos. Não cai nesta cilada que é meio automática. O reconhecimento e gratidão irão imbuir naquele advogado(a) o prazer de querer ser cada vez melhor e se sentir mais feliz em fazer parte da equipe, bem como se sentir mais orgulhoso de sua atuação e profissão.

         Outra coisa é, em sendo um tipo de processo que os demais advogados já tenham trabalhado em processos iguais ou similares, delegue a função de fazer esta petição a ele e depois ou um diretor jurídico de sua equipe revise ou, caso você não tenha, você mesmo faça uma revisão.

         Em outras palavras: estamos falando em delegar funções! Não seja uma pessoa centralizadora de tudo, pois, caso contrário, qual o sentido de você ter uma equipe? Mas ninguém é melhor do que eu! Tudo bem, então ensine o outro advogado(a) a entender do assunto, divida o seu conhecimento.

         Por fim, seja você ou qualquer membro de sua equipe, tenha bom conhecimento da matéria, seja uma autoridade na mesma, pois com maior rapidez e facilidade, sem perder a qualidade, você fará um trabalho incrível.

          De todo modo, a organização é tudo. Tenha algum programa, mesmo que seja um Excel, para que todos da equipe saibam quais processos cada um está trabalhando e organize os prazos finais de entrega do trabalho, de revisão e de protocolo.

         Tenho certeza de que se você seguir algumas destas considerações, você, certamente, irá obter mais efetividade em seu trabalho e como recompensa mais tempo para usufruir com sua família, fazer o esporte que quer, viajar etc.

SOBRE O AUTOR

Me chamo Alessandro Dantas, tenho 40 (quarenta) anos, me formei há 16 (dezesseis) anos e meu currículo pode se resumir da seguinte forma:

Sou especialista e mestre na área de Direito Público;

Tenho 18 (dezoito) livros publicados ligados ao Direito Administrativo;

Mais de 50 (cinquenta) artigos jurídicos publicados sobre o tema que atuo;

Coordeno, junto com dois outros profissionais de elite, uma coleção de livros jurídicos para uso profissional que terá mais de 50 (cinquenta) volumes;

Já concedi dezenas de entrevistas para diversos segmentos da mídia nacional (seja por rádio, televisão e jornal impresso), muitos facilmente encontrados na internet;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior de Advocacia do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior do Ministério Público do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior da Magistratura do Espírito Santo,

Sou professor de Direito Administrativo de renomados cursos preparatórios nacionais para concursos de carreiras jurídicas;

Fui coordenador e palestrante do Congresso Brasileiro de Concurso Público, do Seminário Avançado de Processo Administrativo Disciplinar e ministro e já ministrei diversas palestras nos maiores congressos sobre gestão pública do País

E, o mais importante, advogo para mais de 2.000 (duas mil) pessoas que são clientes de todos os Estados da Federação e já ganhei muitas causas bem complexas relacionadas à minha área de atuação.

Falta de orgulho.

Amigos(as) advogados(as) você já parou para pensar em quais são seus maiores medos na advocacia? Todos nós temos receios, medos, algo que nos atormenta.

O projeto ADVOCACIA DE SUCESSO, que é um treinamento de alta performance, objetiva justamente fazer com que você saiba lidar com suas preocupações e superá-las.

De não me orgulhar de ser um bom advogado.

Opa, calma aí! Orgulho é um sentimento pessoal seu e um estado de espírito. Você tem que ter muito cuidado para que armadilhas da vida não deixem você cair nesta cilada.

Imaginemos que você é um bom advogado, tem clientes etc. Agora imaginemos que você perde uma causa que você tinha certeza de que iria ganhar, pois a matéria é pacífica em relação ao direito que você defende em prol do seu cliente.

ATENÇÃO, neste primeiro caso, isso é uma cilada! Mesmo que você venha a perder mais de uma causa mais está convencido de que a derrota foi injusta isso não é motivo para deixar de se orgulhar de ser um bom advogado! Você deve se perguntar: eu fiz tudo que podia para obter êxito na demanda? A decisão dada realmente enfrentou todos meus argumentos e os afastou? Tratou-se de uma decisão padronizada que foi “jogada” em seu processo?

Se for isso, meu amigo advogado e minha querida advogada, não é motivo para não se orgulhar de ser um bom advogado(a), mas, ao contrário, não ter orgulho de trabalhar em um sistema jurisdicional que muitas vezes é injusto, seja por excessos de demandas que abarrotam o poder judiciário, por escassez de magistrados etc.

Mas, você tem que se perguntar e responder o seguinte: como eu faço, neste contexto, para não cair nesta armadilha do sistema? Cada um tem sua estratégia, mas o acompanhamento minucioso do processo, diversas audiências com o magistrado, juntar decisões do juiz que está com seu processo e que foi favorável em caso idêntico, mostrar o posicionamento favorável do Tribunal a que o juízo está vinculado que a matéria é pacífica em relação à procedência do pleito do seu cliente, dentre outras.

         Aqui, como eu disse, não é motivo de não se orgulhar de ser um bom advogado, mas uma cilada que pode te deixar frustrado naquele momento, mas não chegar ao ponto de afetar o seu orgulho como um bom advogado.

         Outra coisa!

         O orgulho é algo que você deve sentir e não se preocupar com o que os outros pensam de você. É claro que você deve se perguntar se está fazendo por onde para ser um bom advogado, mas a opinião alheia deve ser filtrada entes de te colocar para baixo e, se por ventura isso acontecer, o vencedor é aquele que cai, mas levante mais forte.

         Então, se você faz sua parte, se capacita, está sempre se atualizando, está diligenciando nos processos que atua, você não tem por que não sentir orgulho de ser um bom advogado.

         Você concorda comigo?

SOBRE O AUTOR

Me chamo Alessandro Dantas, tenho 40 (quarenta) anos, me formei há 16 (dezesseis) anos e meu currículo pode se resumir da seguinte forma:

Sou especialista e mestre na área de Direito Público;

Tenho 18 (dezoito) livros publicados ligados ao Direito Administrativo;

Mais de 50 (cinquenta) artigos jurídicos publicados sobre o tema que atuo;

Coordeno, junto com dois outros profissionais de elite, uma coleção de livros jurídicos para uso profissional que terá mais de 50 (cinquenta) volumes;

Já concedi dezenas de entrevistas para diversos segmentos da mídia nacional (seja por rádio, televisão e jornal impresso), muitos facilmente encontrados na internet;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior de Advocacia do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior do Ministério Público do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior da Magistratura do Espírito Santo,

Sou professor de Direito Administrativo de renomados cursos preparatórios nacionais para concursos de carreiras jurídicas;

Fui coordenador e palestrante do Congresso Brasileiro de Concurso Público, do Seminário Avançado de Processo Administrativo Disciplinar e ministro e já ministrei diversas palestras nos maiores congressos sobre gestão pública do País

E, o mais importante, advogo para mais de 2.000 (duas mil) pessoas que são clientes de todos os Estados da Federação e já ganhei muitas causas bem complexas relacionadas à minha área de atuação.

Infelicidade na profissão.

Amigos(as) advogados(as) você já parou para pensar em quais são seus maiores medos na advocacia? Todos nós temos receios, medos, algo que nos atormenta.

O projeto ADVOCACIA DE SUCESSO, que é um treinamento de alta performance, objetiva justamente fazer com que você saiba lidar com suas preocupações e superá-las.

De ser infeliz em minha profissão.

A felicidade pode ser decorrente de vários fatores! É um estado de espírito. Muitos livros legais tratam do assunto. Recomendo, por exemplo, o milagre da manhã, livro este que mudou minha forma de pensar em muitas coisas. Outro livro bastante legal é o poder da paciência.

         Existem no mercado muitos livros que direta ou indiretamente tratam do tema da felicidade como um todo. Logo, se você não está feliz com você mesmo, seja por um motivo de maior ou menor tempo de duração, provavelmente isso contaminará seu desempenho na advocacia, bem como em outras áreas de sua vida.

         Por outro lado, imaginemos que você é uma pessoa feliz como regra, porém infeliz quanto à sua profissão como advogado. E agora, o que fazer? Você deve se fazer várias perguntas para si mesmo e anotá-las em um papel ou programa de computador, como se fosse um diário.

Quais perguntas seriam estas?

  • O que na advocacia é incompatível comigo? Essa incompatibilidade pode ser tratada de que forma? Qual a estratégia que posso adotar para superar esta mazela?
  • Por que sou feliz em diversos segmentos de minha vida, porém na parte profissional eu não tenho a mesma alegria?
  • Será por que eu não estou preparado suficientemente para representar meus constituintes, ou seja, meus clientes?
  • Será por que sou muito introvertido e isso me atrapalha muito em uma advocacia que requer um pouco de exposição e uma atuação mais direta do advogado(a) com diversas pessoas?
  • Será por que não estou conseguindo clientes que possam bancar meu escritório e ainda ter lucro com isso, me proporcionando os bens da vida que eu gostaria de ter?
  • Será por que sou desorganizado e, como consequência, minha advocacia também é desorganizada?
  • Será que é por conta de que no fundo eu não queria fazer direito e fui convencido pelos meus familiares?
  • Será por que não gosto de estudar?
  • Será por que não consigo ter e desenvolver em peças processuais com raciocínios lógicos e coerentes com força persuasiva para ganhar as demandas que sou o(a) advogado(a)?

Essas são apenas algumas perguntas que você deve fazer a você mesmo! Após fazê-las, deve refletir sobre a mesma e anotar suas considerações.

A cada pergunta apresentada e respondida você irá criar de forma organizada e detalhada como pode resolver este problema. Quando falo de forma organizada e detalhada é realmente escrever o passo a passo de como você vai sair daquilo que te deixa infeliz e como vai alcançar a felicidade na advocacia. Para praticamente todas estas perguntas e respostas há possibilidades de você mudar o jogo e passar a ter mais felicidade em sua profissão.

Desafio você a refletir sobre estas perguntas e depois colocar em práticas o que trabalhamos acima. Não quero que só pensem! Quero que você realmente se comprometa e faça isso como um exercício e depois de traçar detalhadamente um plano de ação que, de fato, o coloque em prática, ok?

SOBRE O AUTOR

Me chamo Alessandro Dantas, tenho 40 (quarenta) anos, me formei há 16 (dezesseis) anos e meu currículo pode se resumir da seguinte forma:

Sou especialista e mestre na área de Direito Público;

Tenho 18 (dezoito) livros publicados ligados ao Direito Administrativo;

Mais de 50 (cinquenta) artigos jurídicos publicados sobre o tema que atuo;

Coordeno, junto com dois outros profissionais de elite, uma coleção de livros jurídicos para uso profissional que terá mais de 50 (cinquenta) volumes;

Já concedi dezenas de entrevistas para diversos segmentos da mídia nacional (seja por rádio, televisão e jornal impresso), muitos facilmente encontrados na internet;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior de Advocacia do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior do Ministério Público do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior da Magistratura do Espírito Santo,

Sou professor de Direito Administrativo de renomados cursos preparatórios nacionais para concursos de carreiras jurídicas;

Fui coordenador e palestrante do Congresso Brasileiro de Concurso Público, do Seminário Avançado de Processo Administrativo Disciplinar e ministro e já ministrei diversas palestras nos maiores congressos sobre gestão pública do País

E, o mais importante, advogo para mais de 2.000 (duas mil) pessoas que são clientes de todos os Estados da Federação e já ganhei muitas causas bem complexas relacionadas à minha área de atuação.

Obtenção de clientela.

Esse é um medo muito comum na advocacia, pois sem clientes o escritório não tem como funcionar! O cliente, por mais que seja alguém externo ao escritório de advocacia, é o que faz a máquina girar”.

É por esta razão que você precisa ter técnicas para obter clientela, especialmente observando o mercado e vendo possibilidades de atuação e fazendo com que isso seja apresentado aos potenciais clientes, como, por exemplo, por meio de artigos publicados, vídeos gravados, dentre outros, os quais você vai inserir em site que possam publicar e especialmente em suas redes sociais, pedindo, ao final, que quem gostou compartilhe a publicação.

Além disso, sendo o cliente fator capital para um escritório sobreviver, é necessário que ele seja bem tratado e tenha acesso às informações de seu processo.

O bom tratamento deve ser do início ao fim da jornada, ou seja, desde que ele te contacte pela primeira vez, até o fim da demanda dele, pois, satisfeito com o seu serviço, muito provavelmente ele irá indicar ele para outras pessoas que estão passando pelo mesmo problema ou até mesmo formar grupos de pessoas que passam também pelo mesmo problema e você fechar um causa com vários demandantes e ter uma boa lucratividade com isso!

SOBRE O AUTOR

Me chamo Alessandro Dantas, tenho 40 (quarenta) anos, me formei há 16 (dezesseis) anos e meu currículo pode se resumir da seguinte forma:

Sou especialista e mestre na área de Direito Público;

Tenho 18 (dezoito) livros publicados ligados ao Direito Administrativo;

Mais de 50 (cinquenta) artigos jurídicos publicados sobre o tema que atuo;

Coordeno, junto com dois outros profissionais de elite, uma coleção de livros jurídicos para uso profissional que terá mais de 50 (cinquenta) volumes;

Já concedi dezenas de entrevistas para diversos segmentos da mídia nacional (seja por rádio, televisão e jornal impresso), muitos facilmente encontrados na internet;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior de Advocacia do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior do Ministério Público do Estado do Espírito Santo;

Sou professor de Direito Administrativo da Escola Superior da Magistratura do Espírito Santo,

Sou professor de Direito Administrativo de renomados cursos preparatórios nacionais para concursos de carreiras jurídicas;

Fui coordenador e palestrante do Congresso Brasileiro de Concurso Público, do Seminário Avançado de Processo Administrativo Disciplinar e ministro e já ministrei diversas palestras nos maiores congressos sobre gestão pública do País

E, o mais importante, advogo para mais de 2.000 (duas mil) pessoas que são clientes de todos os Estados da Federação e já ganhei muitas causas bem complexas relacionadas à minha área de atuação.